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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Férias...

Como é habitual por esta altura, vou de férias e nesse período de tempo não farei quaisquer publicações. Durante a minha estadia no Algarve não haverá acesso a computador. Regresso no dia 28 deste mês, a tempo de escrever o artigo "O guitarrista do Mês". Conto com umas férias produtivas, visto que vou levar a guitarra acústica e o bloco de notas (para escrever letras) comigo. É assim a vida de músico... e gosto dela!
Como última publicação, deixo-vos uma jam em duas partes que conta com 3 dos maiores músicos da actualidade: John Frusciante, Flea e Omar Rodríguez-López. Here it goes:







Bye-bye folks.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

I'm back from LONDON!/ 300.º post

Olá pessoal, estou de regresso de Londres! Sim, essa cidade-maravilha que mais parece a capital do mundo de tudo e mais alguma coisa. Passei 5 dias em Londres, apenas para desejar ficar lá a tempo inteiro.

No primeiro dia, na partida para Londres, a ansiedade era imensa, até porque nunca tinha andado de avião. Eu e os três amigos com quem viajei encontramo-nos no aeroporto de manhã, fizemos o Check-In, despedimo-nos das nossas famílias e esperamos por um avião que chegou atrasado. Entre nós os quatro, apenas dois haviam viajado de avião e não gostavam, logo as expectativas eram fracas, mas a sensação de levantar voo e sentir que estamos a deixar o nosso corpo para trás, a sensação de ver as nuvens e o mar lá em baixo e apercebermo-nos de como este planeta é incrível, a sensação de aterrar e sabermos que estamos num novo lugar... são sensações fantásticas, logo, adorei voar.
Para chegarmos a Londres, ainda tivemos de apanhar um comboio, e quando lá chegamos, tivemos de chamar um táxi para irmos para o hotel. Fizemos o Check-In, vimos os quartos (pequenos, mas serviam muito bem para o essencial) e compramos os bilhetes para o Madame Tussauds, ou seja, um enorme museu de cera que visitaríamos no dia seguinte. Almoçamos e fizemos algumas visitas de seguida. Usamos SEMPRE o metro para nos deslocarmos (que abuso!) e nessa primeira tarde visitamos o estádio do Arsenal e o estádio do Chelsea (ao qual o pessoal voltaria noutro dia para uma visita guiada, episódio que contarei mais à frente). Neste último estádio ainda encontramos um senhor muito simpático e discutimos a entrada de André Villas-Boas no Chelsea, o que foi muito interessante. Para finalizar o primeiro dia, andamos no famoso London Eye, uma roda giratória com compartimentos de onde as pessoas podem ver toda a cidade. A vista é impressionante! Jantamos no MacDonalds, que ficava logo ao lado, e seguimos para os quartos de hotel, até porque, todos os dias, tínhamos de acordar ás 7 da manhã (ABUSO!).

Acordamos, de facto, no dia seguinte ás 7 da manhã a ressacar do cansaço físico do dia anterior (sensação que se repetiria todos os dias), e fomos tomar o chamado "pequeno-almoço inglês" que consistia, entre outros ingredientes, em Bacon, salsichas, pão-de-forma aquecido e feijões. Eu admito que me enchia até dizer "chega" no pequeno-almoço, pois assim não sentiria necessidade de almoçar, poupando dinheiro, e foi o que fiz, e não me sentia mal. Seguimos então para o Madame Tussauds, onde vimos figuras de cera de várias áreas: celebridades, desportistas, músicos, actores, personagens cinemáticas, líderes mundiais, e ainda estivemos em mais duas atracções, sendo a primeira um corredor assustador com várias figuras que mais pareciam psicopatas e a segunda um viagem com pequenos táxis que nos mostrava a evolução da Inglaterra aos longo da história. Apanhamos então o metro uma vez mais e fomos para o estádio de Wembley para uma visita guiada... bem, pelo menos era isso que queríamos. Acontece que as visitas estavam anuladas porque os Take That iam dar um concerto no estádio. Filhos da P***! Foi realmente pena, porque era o único estádio que eu queria ver. Então o grupo decidiu fazer uma visita guiada ao estádio do Chelsea, e voltamos para lá. Eu não estava disposto a pagar 13 libras para ver algo que não queria, por isso, perguntamos quanto tempo durava a visita, e eu disse "Ok pessoal, escontramo-nos aqui mesmo daqui a uma hora, vou passear". E assim fiz, felizmente. A verdade é que, à saída da estação de metro que ficava perto de Stamford Bridge, havia uma loja chamada "HMV", que é uma espécie de Fnac britânica, e fui lá procurar alguns álbuns. Acabei por usar as 13 libras que não gastei para a visita guiada para comprar o álbum "Maggot Brain", dos Funkadelic, por 10 libras, e "Room Full Of Mirrors", uma biografia de Jimi Hendrix, por 3 libras. Isto sim, foi dinheiro muitíssimo bem gasto! Chegamos também a ver Earl's Court (êxtase). Ainda houve tempo para ir ao Hard Rock londrino, que me deixou algo desiludido. Estava dividido em duas partes: o restaurante e a loja. A loja tinha pouca coisa apelativa, apenas algumas guitarras e uma enorme placa "touch" onde passavam várias imagens de guitarras, baterias, baixos, roupas e outros e, com dois cliques, a imagem aumentava e haviam informações interessantes sobre essa imagem. No restaurante estivemos apenas uns dois minutos, e vi guitarras do Eric Clapton e Pete Townshend, bem como baterias do John Bonham e do Mitch Mitchell, e até roupa do Jimi Hendrix. Só foi pena termos passado lá tão pouco tempo. E nesse dia não fizemos mais, apenas fomos jantar à Pizza Hut, na praça de Picaddily.

No terceiro dia, fomos aos armazéns Harrods, que vendiam todo o tipo de bens... mas com preços que faziam o queixo de qualquer um cair. Haviam, por exemplo, casacos de 2.600 libras... que roubo! Seguimos para a Abadia, onde um certo casamento real inglês se deu recentemente (recordam-se?) e devo dizer que, em termos arquitectónicos, a Abadia era impressionante! Seguimos para o St. James Park, almoçamos, e vimos o palácio de Buckingham, combinando voltar lá na manhã seguinte para vermos a troca da guarda, um processo que incluí um desfile da guarda nas ruas e uma espécie de concerto de música clássica à entrada do palácio. Depois fomos à Denmark Street, uma rua cheia de lojas de instrumentos musicais. Até havia uma de guitarras vintage, que tinha uma Martin de 1956! Ainda pude experimentar uma cópia barata de uma Gibson ES-335... Vimos a Tower Bridge de seguida e a Catedral de S. Paulo. Jantamos no MacDonalds de novo e voltamos ao hotel.

No quarto dia fomos a Convent Garden, onde vimos o mercado local e a Royal Opera House, e depois vimos a troca da guarda. E então decidimos fazer algo que não estava no plano: ir a Wimbledon! Entramos no recinto e vimos Novak Djokovic a treinar publicamente, a vitória de Petra Kvitova sobre Maria Sharapova e ainda um jogo de pares masculinos. Foi uma agradável surpresa. Seguimos para o Royal Albert Hall (êxtase again), e depois de jantarmos fomos comprar lembranças para os amigos e família.

O quinto e último dia só foi passado em Londres durante a manhã, pois tínhamos um táxi, um comboio e um avião para apanhar. Vimos o museu britânico gratuitamente e fizemos o check-out do hotel. Apanhamos o táxi, o comboio e chegamos ao aeroporto. Quando as mochilas passavam no scanner, detectaram algo suspeito na minha, o que me deixou preocupado. Afinal, era só um globo engraçado com a figura do Tower Bridge lá dentro que tinha líquido, e os líquidos não são permitidos dentro do avião. É realmente pena, era um presente para uma amiga e tinha a certeza que ela ia adorar, mas comprei outra coisa no aeroporto. Depois disso, esperamos um pouco e lá entramos no avião e fizemos a viagem de regresso.

A sensação de voltar a casa é boa, já tinha saudades de muita gente, mas se pudesse, ficaria em Londres... para viver. Espero fazê-lo um dia. Mas fiquei a conhecer uma cidade ENORME, sem dúvida, a melhor que já conheci, algo de que já estava à espera.
See you later London!







Ah, como já devem ter reparado, este é o 300.º post deste blog... um marco!

terça-feira, 28 de junho de 2011

LONDON! LONDON! LONDON!




Ainda não acredito, depois de meses a pensar nisto, mas vou mesmo a Londres ("só" o sítio onde quero construir a minha carreira musical)! Vou estar lá entre amanhã e domingo, vou visitar montes de monumentos, e ainda vou ver se passo em lojas de instrumentos musicais. Eu e mais 3 amigos, para colocar isto em inglês: AWESOME!
Sinceramente, acho que quando lá chegar, não vou querer sair. Ainda vou ver se arranjo uma maneira de lá ficar a tempo inteiro. Mas aproveito para dizer que podem contar com artigos e posts novos só a partir de dia 3 de Julho, porque entretanto, vou cumprir um sonho.

Bye-bye.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Obrigado CIC! See you later!





Neste dia de despedidas, gostaria de agradecer à incrível turma 12.º LR (you rock!) e a alguns professores altamente marcantes como: José Pedro Soares Figueiredo, Glória Silva, Paula Oliveira, Mónica Malheiro dos Santos, Miguel Cunha, Norberto Faria e claro, à professora Maria Emlia Macedo!
Por último, um agradecimento absolutamente ENORME a esta grande instituição que é o Colégio Internato dos Carvalhos, por me ter proporcionado uma experiência tão fantástica que fez destes 3 últimos anos os melhores da minha vida!
E lembrem-se, isto não é um adeus... é só um "até já".

Abraços para todos!
Rock on!!!

sábado, 14 de maio de 2011

"Errata"

Há dois dias atrás, publiquei um artigo sobre o guitarrista que ocupava o 20º lugar na tabela dos meus guitarristas favoritos, o Slash, mas repente "Puff!", o artigo desapareceu, sem motivo aparente. Creio que alguém terá entrado na minha conta e terá apagado o artigo. Já alterei a minha password e peço-vos desculpa pelo incómodo.
A programação do mês continuará como é habitual.

domingo, 1 de maio de 2011

2.º aniversário do blog!!!

Pessoal, comemora-se, neste mês, o segundo aniversário deste blog. Sinto-me contente por ter conseguido manter o blog em actividade até agora, e continuarei a fazê-lo.
Lembram-se quando, no ano passado, fiz um top das minhas 30 bandas favoritas para comemorar o aniversario do blog? Desta vez, farei um top 30 guitarristas! Serão simplesmente os meus favoritos e as escolhas serão muito pessoais, mas achei que a ideia era boa e muito propositada, por isso, aqui está ela. A cada dia, um novo guitarrista no "countdown", do 30.º ao 1.º lugar, e o primeiro será revelado amanhã!

Gostaria, por fim, de agradecer aos leitores por continuarem a ler este blog. Estejam atentos à programação deste mês, penso que vão gostar!

Abraços a todos!
Rock On!!!

domingo, 24 de abril de 2011

August Rush

Acabei de ver este filme, sobre música... e podia descrever, mas é impossível atribuir uma descrição à música. Acaba de provar tudo, de me dar consciência, e se os meus ouvidos não estavam suficientemente abertos, estão agora.
As decisões fazem de nós quem nós somos... e eu sei quem sou. Muitos criticarão, tentarão mudar-me, demover-me, controlar-me, moldar-me, mas de que serve tentar apagar as linhas da vida quando elas são escritas com tinta permanente?


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Blue Fire - Plug Me In (Live)

A primeira actuação ao vivo dos Blue Fire! Tocamos uma canção original chamada "Plug Me In" para uma audiência de mais de 1000 pessoas. Houve alguns problemas de som que afectaram todas as actuações da noite, principalmente a falta de acústica do pavilhão, mas isso não impediu o espectáculo de acontecer...
O vídeo:





A formação da banda:
Levi Silva - Voz
Bruno Costa - Guitarra
Daniel Pereira - Guitarra
João Faria - Baixo
Luís Almeida - Bateria

Obrigado a todos pelo apoio! Rock On!!!

Bruno Costa ft. Levi Silva - Easter Audition Guitar Solo

Há uma semana fui a uma audição na Academia de Música de Gulpilhares, para tocar um solo de guitarra eléctrica, acompanhado por um amigo, Levi Silva, na guitarra acústica. A actuação foi filmada e decidi partilha-la convosco. Dêem o vosso feedback!
Aqui vai:




Obrigado a todos. Rock On!!!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Procura-se baterista!

Boa noite leitores, queria deixar-vos uma mensagem importante em termos pessoais e musicais, como podem ver pelo título.
A banda que estou a formar com alguns amigos tem encontrado um "calcanhar de Aquiles" desde a sua génese, que se trata de encontrar um baterista. Já contactamos muita gente, e recentemente chegamos a fazer uma experiência com um rapaz, mas não resultou, pelo que este problema nos tem perseguido constantemente, e é um assunto fulcral para a banda.
Assim sendo, se estiveres a ler esta publicação e fores baterista, responde nos comentários ou envia-me um e-mail (bctheblackparade@hotmail.com). A idade mais indicada seria entre os 15 e os 18 anos e convém ter, no mínimo, cerca de um ano de experiência, bem como o seu próprio kit de bateria em casa. Somos de Vila Nova de Gaia, mais concretamente da zona dos Carvalhos, e se moras mais ou menos perto desta zona (algo entre os Carvalhos e Canelas, Perosinho, Rechousa, Gulpilhares, etc.), então sim, seria excelente. O estilo da nossa banda incorpora elementos e estilos como Rock, Metal, Blues e Funk, entre outros.

Estas são algumas das nossas influências: Led Zeppelin, Muse, Jimi Hendrix, Pink Floyd, The Who, Red Hot Chili Peppers, Guns N' Roses, Frank Zappa, Pearl Jam, Joe Satriani, Black Sabbath, Cream, Deep Purple, AC/DC, entre outros.

E claro, se não tocares bateria mas conheceres alguém que o faça, contacta-me. Ficarei muito agradecido.


Obrigado pela atenção pessoal, tudo de bom!
Abraços, e Rock On!!!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Sim, eu ainda estou vivo!

Wow, passei cerca de um mês sem escrever no blog? O que foi isto? O que raio passsou pela minha cabeça?
Não se preocupem, eu nunca me esqueci de vocês. Sim, vocês, que lêm o meu blog que se devem ter perguntado onde raio andava eu e o que raio tinha acontecido ao blog. É verdade, ele ficou "inactivo" durante quase um mês por uma razão muito simples: escrever a biografia do Stevie Ray Vaughan foi o caraças. Foi menos interessante do que eu pensava... quero dizer, ele é um grande guitarrista e assim, acho-o mesmo fantástico, mas nem a wikipédia tinha grande coisa para oferecer. Já tinha começado o artigo no início do mês, mas desinteressei-me tanto pelo assunto que nunca mais peguei nisto. Utilizei antes o meu tempo na guitarra, na banda e nos estudos. Conclusão: não perdi interesse no blog, mas sim em fazer a aborrecida biografia do SRV. What a pain in the ass, hum?
Bom, o que interessa é que, agora, este blog está "livre" e já posso escrever o que quiser. Decidi fazer algo interessante: desta vez, vocês é que escolhem o guitarrista do mês. A sondagem encontra-se na barra lateral direita, e têm até ao dia 13 deste mês para votarem num guitarrista. Certifiquei-me que os cinco guitarristas da sondagem têm biografias interessantes, não se preocupem.
Bom, a partir daqui, podem contar com a actividade regular do blog. Cumprimentos a todos e obrigado por continuarem a ler este blog!

sábado, 1 de janeiro de 2011

2011!

Passou mais um ano, pessoal. 2010 não volta, e a vida prossegue... pessoalmente, decidi fazer a transição de ano a rockar com uma guitarra eléctrcia nas mãos (a sério). Assim que terminou a contagem decrescente, toquei o acorde de Lá maior repetitidamente e com distorção. Não me vão censurar por querer começar o ano da melhor forma, pois não?
Não sei porquê, mas sempre que penso neste novo ano, penso que foi à 20 anos que estivemos em 1991... sim, "ahahahah", eu sei, é uma conclusão de génio (é favor inserir ironia aqui), mas penso nisto porque 1991 foi um ano musicalmente marcante. Destacaram-se grandes bandas e é de salientar que foi neste ano que a revolução Grunge se espalhou pelo mundo. Os álbuns que sairam e me marcaram:
1: Nirvana - Nevermind
2: Pearl Jam - Ten
3: Red Hot Chili Peppers - Blood Sugar Sex Magik
4: Guns N' Roses - Use Your Illusion I e II
5: Metallica - The Black Album
6: Soundgarden - Badmotorfinger
7: The Smashing Pumpkins - Gish

Então... o que nos reserva 2011? Será que podemos fazer previsões?
Bem, há aspectos óbvios com os quais podemos contar. Económica e socialmente, Portugal vai sofrer muito. A crise, que infelizmente nem sempre só está presente nas nossas carteiras (também está na mente), parece estar aqui para ficar, pelo menos durante algum tempo, até se encontrar uma solução. Espero, muito sinceramente, ver o nosso governo corrido ao pontapé...
Pessoalmente, vai ser neste ano que me vou tornar maior de idade (oh yeah!), e espero que este seja o ano de revelação de uma certa banda que ando a formar: os The Blue Flames! Só nos falta baterista (e já temos ideia de quem vamos contactar) e já estamos a trabalhar em 9 canções. Estamos a trabalhar para o nosso sonho!
Mas chega de olhar para a bola de cristal. Vamos fazer de 2011 um grande ano!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Idolo do ano: John Frusciante




John Frusciante, o ex-guitarrista dos Red Hot Chili Peppers, é o meu ídolo do ano. Porquê? Por vários motivos: John é um verdadeiro visionário da guitarra, pretende fazer tudo o que seja possível com uma guitarra nas mãos. Não precisa de virtuosismos para isso, sabendo tratar a guitarra com um feeling impressionante. O seu trabalho musical não tem como objectivo mostrar capacidades na guitarra, mas sim transmitir algo aos ouvintes, e a sua devoção à música e à arte em geral são assinaláveis: trata-se de uma paixão genuína pelo assunto.
A sua história de vida é, também, assinalável: passou por um período de dependência de heroína letal, tendo quase morrendo à custa deste problema. Porem, John ergueu-se das cinzas e, com muito esforço, trabalho e dedicação, recuperou da sua profunda dependência, tornando-se totalmente limpo e dando à sua vida uma volta de 180 graus.
É por isto que eu vejo este senhor como um exemplo a seguir (à excepção da sua antiga dependência, claro). Foi, sem dúvida, quem mais me marcou no ano de 2010.

Dois vídeos com multiplos solos do guitarrista ao vivo:






Um solo espectacular numa entrevista:




E um pequeno número a solo:

sábado, 27 de novembro de 2010

Este constante trabalho e o que está para vir...

Como podem verificar, não tenho escrito muito neste blog este mês. Tal acontece por uma questão de prioridades...
Calma, não estou a dizer que não quero saber deste blog. Muito pelo contrário! Adoro este blog, e gosto muito de escrever nele, publicar vídeos, partilhar músicas originais convosco como fiz muito recentemente, entre outros, mas os testes e trabalhos da escola, uma vez mais (!), estão a tirar-me muito tempo. É por isso que têm havido pausas de cinco e seis dias entre públicações.
Suspeito que, infelizmente, o ritmo de públicações continue assim pelo menos até meados de Dezembro. Pelos vistos o que tem de ser tem mesmo muita força. Já ouvi pessoas a dizerem-me que o tempo dá para tudo. Facto: não, o tempo não dá para tudo!
Mas há boas notícias! Fui ao concerto do Joe Satriani no Porto (com abertura dos Ned Evett & Triple Double) e pretendo fazer um artigo acerca do assunto. Mas tal só deve acontecer no próximo mês. Em relação à rubrica "O guitarrista do mês", essa vai ser uma prioridade no blog, e vou fazer tudo para que esta seja publicada ainda neste mês! Para além disso, gravei um novo instrumental em guitarra eléctrica ao qual chamei "Voodoo". É bastante mais curto do que o "High Ecstasy" e foi gravado num único take! Partilharei este instrumental assim que puder, mas tenho de criar um vídeo para ele e preciso de tempo para o fazer!
E com esta mensagem já perdi algum tempo, mas, pelo menos, sinto que este foi bem empregue. Obrigado a todos pela compreenção e atenção e um abraço a todos!

domingo, 21 de novembro de 2010

Bruno Costa - High Ecstasy (instrumental original)

High Ecstasy" é um instrumental em guitarra eléctrica que escrevi e gravei em cerca de uma hora no dia 24 de Outubro deste ano. A ideia surgiu-me de repende, enquanto improvisava riffs para criar música original com um amigo. Ele não gostou muito, mas ajudou-me a gravar o instrumental. Digamos que estava extremamente inspirado: A maior parte da canção (os dois solos incluidos) foi completamente improvisada! O título do instrumental deve-se ao facto de me ter sentido extremamente contente e realizado após o ter gravado.
Todas as partes de guitarra são tocadas por mim, mas contei com a ajuda de um amigo, Levi Silva, que coordenou o processo de gravação, e agradeço-lhe imenso por isso. Ah, e por me ter permitido gravar no pc dele também!
Aqui vai o instrumental:





Ouçam e comentem. Espero que gostem.
ROCK ON!!!

Bruno Costa - United We Stand (canção original)

"United We Stand" foi uma canção que escrevi em Abril deste ano. A turma da escola ia organizar uma conferência acerca da igualdade entre sexos, e surgiu a ideia de eu escrever uma canção que se relacionasse com o tema. E assim o fiz, mas a canção não se refere apenas à igualdade entre sexos: refere-se à igualdade entre todos os seres humanos, à união, à política, à construcção de um mundo melhor, à justiça, à solidariedade...
As letras foram maioritariamente escritas por mim, mas contaram com a participação de uma amiga (Sara Rocha). Também houveram mais participações de amigos na gravação (ver os créditos no final do vídeo) e do professor Norberto Faria na produção. Na canção, faço a voz principal e toco guitarra solo.
Aqui vai a canção:





Ouçam a canção e comentem. Obrigado a todos e lembrem-se: "United we stand, divided we fall".

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Brevemente: CANÇÕES ORIGINAIS!!!

Tenho duas canções originais gravadas e com vídeo feito (basicamente, uma série de imagens relacionadas com as canções). Quero dá-las a conhecer neste blog mas só as publicarei no dia 21 deste mês (domingo), para se prepararem para as receber. Não quero publicá-las já porque seria provavel que passassem despercebidas...
Por isso, esperem apenas uns dias, até este domingo, para ouvirem as duas canções originais.

Cumprimentos a todos os leitores.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Hoje é o dia mundial da música!!!






Factos da minha relação com a música:

- Ambos os lados da minha família (do meu pai e da minha mãe) têm antecedentes músicais. A minha avó materna (que faleceu mêses antes de eu nascer) era uma excelente cantora de fado, que recusou várias propostas para se juntar a grupos do género. O meu avô materno aprendeu a tocar harmónica de uma forma autodidata. Quanto ao lado do meu pai, o meu tio toca guitarra acústica e um primo do meu pai era baixista.
- Quando eu era muito novo era bastante hiperactivo e corria de um lado para o outro constantemente. Para me acalmarem, os meus pais colocavam cd's de música clássica na aparelhagem da sala de estar. Eu acalmava-me imediatamente.
- O primeiro concerto a que assisti (e de que curiosamente me recordo) foi do Rui Veloso, num concerto grátis ao ar livre no Porto. Pode-se dizer que ele se tornou na minha primeira grande inspiração músical.
- Com sete anos, deixei as entediantes aulas de karaté e fui para uma escola de música em Canelas (que encerrou seis anos depois), estudar piano e ter aulas de formação músical. Decidi fazê-lo após entregarem na sala de aula panfletos acerca da escola de música, o que me entusiasmou imenso. Fui para a escola de música juntamente com um amigo de longa data chamado André Meirinhos.
- Após seis anos a estudar piano clássico, a escola de música encerra. Como se isso não bastasse, o meu interesse no intrumento era quase nulo no último ano em que lá estive, pois entediava-me tocar apenas música clássica, e eu estava a ganhar muito peso e, possivelmente, a aproximar-me da obesidade. Isso fez com que desistisse do intrumento e passasse a praticar desporto (basquetebol e futebol), enquanto que a maior parte dos alunos e professores da escola de música de Canelas mudaram-se para a Academia de Música de Gulpilhares.
- Aos 14 anos, descubro uma banda chamada My Chemical Romance e, em efeito "bola de neve", começo a pesquizar e a descobrir bandas de Rock e Metal. Para além dos MCR, fiquei um grande fã de mais duas bandas: Metallica e Iron Maiden. Curiosamente, aquilo que mais me chamou à atenção era um instrumento que viria a fazer a minha vida dar uma volta de 180º graus: a guitarra.
- Visto que tinha desperdiçado uma enorme oportunidade com o piano e como achava que pedir aos meus pais para ter aulas de guitarra seria um desrespeito, começo a jogar Guitar Hero, sendo essa a única alternativa que tinha. Tive uma enorme e agradavel surpresa quando o meu pai, ao ver-me jogar, me perguntou "Não gostavas de tocar guitarra a sério?". Depois disso, não voltei a pegar a sério no jogo e comecei imediatamente a juntar dinheiro para comprar uma guitarra eléctrica e um amplificador. Perto do meu 16º aniversário (no Verão do ano passado), tive o que queria e o meu pai ainda me deu uma guitarra acústica.
- Nessa época, assisti ao meu primeiro grande concerto, isto no Optimus Alive. No cartaz desse dia constavam os Metallica, os Slipknot, os Machine Head, os Lamb Of God, os Mastodon e os Ramp. Só posso dizer que foi espectacular! Desde então, ainda assisti a concertos dos The Australian Pink Floyd Show, B. B. King e Slash.
- À um ano, comecei a ter aulas de guitarra eléctrica. E à um ano sei que estou a fazer aquilo de que realmente gosto.
- Em Dezembro, juntei-me a uma banda como vocalista mas o resultado foi absolutamente nulo. Eu e um primo meu acabamos expulsos em Janeiro por motivos maioritariamente idiotas e sem sentido. De seguida, esse meu primo, Paulo Costa, quis formar uma banda, tendo eu acabado por aceder em fazê-lo com ele. Este chamou um amigo que na época eu desconhecia chamado Gonçalo Gil, e começamos a compôr material imediatamente. Este Verão, o Paulo saiu da banda/projecto para dedicar o tempo livre a outras actividades. Eu e o Gonçalo falamos em formar um "Power Trio", mas a ideia só foi discutida ocasionalmente.
- Em Abril, compus e gravei em estúdio uma canção original, com o objectivo de ser interpretada pela turma numa conferência que organizamos acerca da igualdade entre sexos. Fizemos isso mesmo e ainda interpretei a canção uma vez mais, ainda que noutra ocasião, ao vivo e a solo no Colégio Internato dos Carvalhos. Tenho imenso material composto em casa, em segredo, e desejo fazer muita música com ele.
- Em Maio, compus uma canção "Untitled" com um amigo, Levi Silva, com o objectivo de abrir o espectáculo anual do colégio, o "I Have a Dream". No público estavam, pelo menos, mil pessoas.
- Este Verão, iniciei um projecto com um amigo, o Daniel Pereira, e no primeiro dia quase concluimos a nossa primeira canção. Como a ideia do "Power Trio" com o meu amigo Gonçalo Gil (baixista) não se materializava, chamei-o para se juntar a mim e ao Daniel. Ele acedeu e nas poucas vezes que estivemos juntos (juntamo-nos em Agosto) compomos muito material mesmo, e que eu considero muito bom. Estamos agora à procura de um baterista e de um vocalista para completarmos a formação.


Se eu podia viver sem a música? Não, definitivamente NÃO! Quero e vou fazer desta arte a minha vida. Por isso trabalho constantemente para esse objectivo. E sei que um dia vou chegar lá!
PORQUE A MÚSICA É A MINHA VIDA!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A viagem de regresso...

Como tinha prometido, ia escrever um post acerca da viagem de regresso a casa depois de umas óptimas férias em Salou. Devem estar a perguntar-se "Porque raio é que é preciso um artigo só para isso?"... pois, acontece que foi um episódio bastante... único.
Saimos do hotel na fria madrugada de 8 de Setembro com óbvias intenções de voltar a casa. Antes de nos fazermos à auto-estrada, abastecemos o carro até o depósito da gasolina ficar cheio. E lá fomos nós...
Não muito tempo depois, o carro começa a demonstrar sinais de fraqueza. Mais propriamente, a fazer ruídos estranhos. Mais ou menos depois de 70 quilómetros, o carro passa-sa mesmo: faz ruídos insanos e em nada comuns, e percebemos que tinhamos ali um "belo" problema. Paramos o carro ao lado da auto-estrada e de seguida tentamos arrancar. E, azar dos azares, o carro não arrancava. Escusado será dizer que ficamos lixados da vida e que já se faziam previsões pessimistas mas, infelizmente, acertadas acerca daquilo que estavamos a enfrentar. Por sorte, havia mesmo à nossa frente um sinal de uma estação de serviço a dois quilómetros. Eu e o meu pai empurramos o carro até lá (que remédio) e, quando lá chegamos, já o sol nascia.
O meu pai ligou para a seguradora para que nos ajudassem, e eles anunciaram que enviariam um reboque e um taxi. Se a reparação do carro, fosse qual fosse o problema, demorasse até três dias, o carro seria reparado em Espanha e teriamos de lá ficar. Se ultrapassasse o prazo de três dias, o carro seria rebocado para Portugal e eles enviariam um taxi para nos enviar para casa. Com a ajuda do taxi e do reboque (e depois de esperarmos horas por eles), fomos para uma oficina da Opel que ficava ali perto. A coisa complicava-se: a reparação demoraria, pelo menos, três dias (e ainda tivemos sorte, porque o meu pai disse que a reparação era uma emergência, e os funcionários apressaram o passo) e iamos mesmo ter de ficar ali. Depois de mais umas quantas horas, a seguradora finalmente arranjou o hotel, e aí soubemos que voltariamos para Terragona (pelo menos conheciamos a localidade e gostavamos bastante). Eles pagariam três noites ali enquanto o carro era reparado e nós iamos recebendo notícias acerca do carro. Esperamos mais umas duas horas pelo taxi que nos levaria ao hotel (imagino que a culpa destas demoras fosse da bur(r)ocracia) e lá fomos nós...
Quando lá chegamos (finalmente), apercebemo-nos de que era um hotel de quatro estrelas (sempre estivera em hoteis de três estrelas exclusivamente, pelo que fiquei surpreendido) mas passamos por outro momento de seca e possivel bur(r)ocracia: a seguradora demorou horas para confirmar a nossa estadia. A velocidade a que toda a experiência se movia era comparavel à velocidade de um caracol...
Ainda no primeiro dia ficamos a saber que o problema do carro era o motor: simplesmente tinha dado o berro (e já tinham sido muitos anos com esse mesmo problema, na verdade). Agora, os mecanicos iriam tentar encontrar um motor usado para o carro, o que viria a acontecer rapidamente, e acontece que o motor estava (e está) quase novo. Se por um lado ficamos satisfeitos por saber que havia reparação relativamente rápida, por outro lado sabiamos muito bem que a conta seria bem extensa... posso ainda dizer que nos vi a agirmos como uma familia muito unida: a discutirmos o assunto seriamente e a ajudar-nos uns aos outros para ultrapassar o mesmo problema. Até chegamos a procurar transportes públicos para casa, para o caso de virmos a precisar...
Aproveitamos, claro, para aproveitar e passear durante aqueles três dias em Terragona, mas não aproveitamos tanto quanto isso: eu passaria lá férias sem problemas, gosto da cidade, mas não quero estar ali naquelas circunstâncias. Ninguém queria. Descontraimos, é certo, mas o pensamento estava prioritariamente no carro. E assim se passaram estas férias "extra"...
Já no terceiro dia, eu e o meu pai fomos à Opel pois no final do dia já trariamos, quase de certeza, o carro. Fomos de taxi, claro, e ficamos lá durante umas horas, a conversar maioritariamente sobre música. Depois fomos chamados para ver em que estado estava o motor avariado: só vos posso dizer que estava MESMO lixado! Fizeram-se os últimos testes ao carro e ele estava pronto. Porra, FINALMENTE. É claro que, pelo arranjo do carro, o meu pai pagou cerca de 1400 euros, o que é um enorme estouro financeiro... mas caramba, o problema já estava resolvido! E lá voltamos de carro ao hotel, enquanto ouviamos o "Machine Head", dos Deep Purple.
No dia seguinte, lá voltamos a Portugal, a casa. Como disse uma amiga minha, fiquei aqui com uma boa história para contar a futuros netos (se os tiver, claro). E que aventura esta...

domingo, 12 de setembro de 2010

Estou de vooooolta...

Pois é, leitores, cheguei a casa pronto para prosseguir com a actividade neste blog. As férias foram passadas em Salou... ou melhor, a maior parte delas, foram passadas lá, porque passei os últimos três dias em Terragona, por motivos não desejados... mas isso é outra conversa que será o tópico do próximo post, como explico no final deste mesmo.
A viagem até ao destino durou cerca de 11 cansativas horas, passadas a ouvir álbuns no rádio do carro e a ler revistas de música. Chegados ao hotel, instalamo-nos, deixamos lá as malas e fomos directos para a piscina. De facto, as minhas férias são quase sempre isto: Piscina e praia. Mas, pelo menos, tira-se sempre um ou dois dias para ir dar um passeio... e fiz precisamente isso com a minha família, pelo menos, por duas vezes.
No primeiro passeio fomos visitar Tarragona, que podemos considerar uma "cidade vizinha" de Salou. É uma cidade muito bonita, com uma vista para o mar espectacular e bom ambiente. Iamos nós a passear nas ruas da cidade quando dou de caras com um "oasis pessoal": uma loja de música cheia de raridades que nem na fnac se encontram chamada "Shiva Music". Aquilo era incrivel: paredes psicadélicas, vinis "aos pacotes", bootlegs raros dos Led Zeppelin a 30 euros... fiquei como uma criança numa loja de doces. Parecia que me ia perder ali a qualquer momento: não sabia para que lado me havia de virar. O meu pai prometeu dar-me um álbum se não fosse muito caro e aquele era o sítio idial para procurar. Acontece que trouxe não um, nem dois, mas sim três álbuns que não encontrava mesmo na fnac: "Machine Head", dos Deep Purple, "Wheels Of Fire", dos Cream, e "Who's Next", dos The Who. De seguida ainda fomos visitar um castelo da época dos romanos e caminhos quilómetros pela zona (estava todo partido quando voltamos ao carro).
O segundo passeio deu-se na mítica cidade de Barcelona. Vimos Camp Nou (ainda que apenas por fora, e por fora aquilo é feio até dizer chega), a sagrada família (o edifício é lindíssimo, só é pena, na minha opinião, estar associado à religião) e ainda passeamos numa rua enorme na qual se via todo o tipo de culturas (aquilo parecia a praça Piccadilly): góticos, rastafaris, skaters, gunas, metaleiros, emos, pessoal cheio de piercings, indianos, chineses, ingleses... enfim, havia de tudo. Grupos de dança, homens a fazer de estatuas... espectacular.
Salou também se revelou uma cidade muito fixe. De destacar uma grande praça na cidade que, no final, tinha um repuxo grande e colorido, e à noite dava-se lá um espectáculo: a água subia, e projectavam-se imagens e vídeos na água, e o efeito era fenomenal.
Tivemos 10 dias de óptimas férias e total descontracção, mas a viagem de regresso revelou-se uma verdadeira aventura, tanto de forma positiva como negativa...
Porém, como disse no início deste post, falarei acerca deste episódio nos próximos dias, pois esta aventura merece mesmo um post à parte. Até lá, fiquem bem!